Questões Avaliadoras
1. Para ilustrar a distinção dos conceitos de dados, informação e conhecimento utilizamos o livro de horários de vôos da United. Explique a distinção dos conceitos utilizando o mesmo exemplo ou outro que julgue pertinente.
2. Escolha dois dos componentes de hardware da figura abaixo e detalhe sua função.

3. Um bit, um byte. Por que estas são as unidades fundamentais de representação de dados em computadores? Por que não se utiliza como unidades fundamentais de representação de dados em computadores o sistema decimal? (ATENÇÃO: Esta questão tem 2 perguntas - responda a ambas).


4. Quando analisamos os tipos de sistemas apresentou-se a figura abaixo como apoio para compreensão do conceito. Explique a idéia da segmentação com base na mesma. Não é necessário descrever os tipos de sistemas.


5. Para ilustrar as dificuldades inerentes ao processo de implementação de sistemas de planejamento de recursos empresariais (ERP) fizemos a leitura do texto “Por um ERP eficaz” de Scott Buckhout, Edward Frey e Joseph Nemec Jr.,  consultores da Booz-Allen & Hamilton. Segundo os autores, suas experiências mostram que as dificuldades com o ERP têm origem em duas questões. Quais? Explique.
6. Analisamos ainda alguns fatores de avaliação para a escolha de um ERP para a organização. Na verdade, em cinco transparências passamos por 50 quesitos de avaliação. Cite dois fatores de avaliação que você escolheria para analisar sistemas ERP concorrentes e explique sua importância.
7. No caso da IMT Custom Machine Company, Inc. analisamos três alternativas para o problema com os sistemas de informação da empresa diagnosticado por um funcionário designado para realizar tal tarefa pela direção. Qual a alternativa que você escolheu e por que o fez em detrimento das demais?
8. Qual a comparação realizada por Peter Drucker no artigo “O futuro já chegou”? Qual o componente da revolução da informação é o desencadeador do verdadeiro impacto da revolução? Quais as consequências dessa revolução para os negócios e para a relação das pessoas com organizações?
9. Trabalhando em duplas na aula analisamos mini casos de utilização da TI para solução de problemas organizacionais. Qual o caso analisado em seu grupo e a que conclusões você chegou?
10. Discorremos sobre muitos dos impactos da revolução tecnológica. Vimos exemplos na vida cotidiana, na saúde, no ensino, nas organizações, no governo, etc. Que impactos a revolução trouxe para o âmbito do marketing?
11. O conceito de B2C compreende a utilização da Internet para realização da vendas de produtos, serviços ou informações diretamente do fabricante para o consumidor. A figura abaixo foi utilizada para demonstrar as vantagens de tal abordagem. Qual seu ponto de vista sobre tal vantagem? Explique.

12. Qual o conceito de B2B? Descreva um serviço de B2B conhecido ou apresente sua idéia sobre um processo B2B viável.
13. Um plano de continuidade do negócio deve considerar a prevenção, contenção e recuperação. Por que? Explique.
14. Para ilustrar a distinção entre os conceitos de dados, informação e conhecimento utilizamos a frase "Estruturar os dados, organizando a informação para transmitir conhecimento". Em seguida apresentou-se o esquema abaixo para definir a abrangência da ação de gestão do profissional de tecnologia da informação. Explique esta abrangência valendo-se dos conceitos de dados, informação e conhecimento.

15. Ao analisarmos o software fizemos distinção entre software de sistemas e software aplicativo (conforme esquema abaixo). Qual a distinção? Qual a finalidade de cada um dos tipos de software? (ATENÇÃO: Esta questão tem 2 perguntas - responda a ambas).

16. Depois do ERP avançamos e analisamos outros componentes de uma estrutura de sistemas de informação corporativa. O data warehousing, o data mining, o bussines inteligence, as ferramentas OLAP, o data mart, o data base e o CRM. Para ilustrar as relações entre estes apresentou-se um cartaz publicitário com a figura abaixo. Explique as relações entre os componentes da estrutura de sistemas de informação corporativa.

17. O conceito de B2C compreende a utilização da Internet para realização da vendas de produtos, serviços ou informações diretamente do fabricante para o consumidor. A figura abaixo foi utilizada para demonstrar as potencialidades de tal abordagem. Depois analisamos uma reportagem da Gazeta Mercantil que exibiu a tabela abaixo. Com base nas duas informações qual seu ponto de vista sobre as potencialidades do B2C? Explique detalhadamente.

Resultado Operacional (em R$ milhões)
Com Internet
Sem Internet
Lojas Americanas
-23,959
1,768
Pão de Açucar
224,652
236,560
Livraria Saraiva
3,600
7,200
Globex
99,280
nd

18. Na EXAME de 29 de novembro foi publicado o artigo de César Souza (que se reproduz abaixo) intitulado "A era da convergência". Na sua opinião em que o autor contradiz ou confirma o que analisamos em nossa disciplina? Explique.
A ERA DA CONVERGÊNCIA
Nem Nova, nem Velha Economia. Vivemos uma nova ordem competitiva.
Os arautos da "Nova Economia" cometeram pelo menos dois erros ao anunciar o que vislumbravam como o admirável mundo novo da era pós-industrial. O primeiro, ao perceber a Nova Economia apenas como sinônimo da Internet. O segundo, ao considerarem a "Nova" e a "Velha" Economia antagônicas. Na prática, a Nova Economia é muito mais que a Internet. O continente que se descortina no horizonte corporativo é uma nova ordem competitiva resultante de um conjunto de circunstâncias que estão ocorrendo ao mesmo tempo. As empresas precisam competir em um cenário globalizado que está turbinado pela revolução digital e pelas exigências de uma sociedade de serviços que não aceita mais consumir apenas um produto tangível para atender às suas necessidades. Exige agora também um pacote de conveniências.
E, em última análise, está comprando também, o significado simbólico de produtos e serviços que permitam vivenciar experiências. Isso para não falar de outra revolução, silenciosa, tão importante quanto a mudança na postura dos clientes: a alteração substancial na forma como se trabalha em uma empresa, com base em regras impostas pela temporada de caça talentos - os trabalhos de conhecimento que substituem a antiga "mão-de-obra" em quase todos os negócios. Ou seja, a Internet representa apenas cerca de 20% a 30% dessa nova ordem competitiva - expressão mais adequada para refletir essa realidade do mundo corporativo do que os já desgastados rótulos de "nova ordem econômica", ou "nova economia".
Em vez de antagônicas, como os mais precipitados quiseram nos fazer acreditar, a Nova e a Velha Economia são complementares. A palavra-chave da nova ordem competitiva será convergência, da mesma forma que "especialização" foi a que melhor caracterizou a Era Industrial. As empresas vencedoras nessa nova ordem competitiva serão as que souberem fazer convergir o que a Era Industrial tentou separar: tecnologia e pessoas, clientes e empresa, marketing e produção, capital financeiro e capital intelectual, pensar e fazer, intelecto e intuição, racional e emocional.
B2B agora significa back to basics (de volta ao básico). Essa convergência já se evidencia por um processo de seleção natural. De um lado, as empresas virtuais viram chegar a hora da verdade muito mais cedo do que esperavam. Durou pouco o sonho da valorização das empresas ponto-com, que não precisaram demonstrar eficiência ou lucros. Foram capitalizados com base apenas no potencial de crescimento calcado numa boa idéia, amparada numa plataforma tecnológica sofisticada. Mas a queda dos índices da Nasdaq não deve ser interpretada como o início do fim, mas como o fim do início. Foi apenas um ajuste de contas do pragmatismo corporativo com a "exuberante irracionalidade" do paraíso ponto-com. Na realidade, foi um apito que encerrou o primeiro tempo de um longo jogo, cujo segundo tempo poderia ironicamente ser a nova versão do B2B - o tal back to basics. As representantes do que se chamou de Nova Economia não vão mais poder vender sacos vazios, pois esses não ficam em pé por muito tempo. Estão aprendendo a duras penas a lição de que precisam de produtos e serviços com qualidade, eficiência de custos, logística competente e de infra-estrutura adequada para ter viabilidade competitiva.
Por seu turno, as empresas do mundo real, as de concreto e tijolo, também não estão imunes a essa seleção natural. Várias estão desaparecendo ou passando o comando para quem é mais apto. Por exemplo, das 27 empresas de controle acionário brasileiro que, em 1996, figuravam entre as 50 as maiores da publicação MELHORES E MAIORES DE EXAME, somente 14 continuam listadas este ano. Apenas uma delas melhorou seu lugar no ranking, outra se manteve estável e 12 caíram de posição. Vários ícones empresariais brasileiros - como Mesbla, Mappin, Encol, Supermercados Paes Mendonça, Bamerindus, Nacional, Econômico, para citar apenas alguns - não conseguiram ficar de pé na hora em que precisaram competir para valer. Outros viram seus "pilotos" abandonar a prova, optando pelo caminho menos penoso de passar o comando aos mais capacitados para competir. Os fatos já consumados pela Metal Leve, Tupy, Perdigão, Estrela, Lacta, entre várias outras nos mais diversos setores, ilustraram a saída de cena de conhecidos capitães da Indústria.
Essas empresas foram condenadas ao fracasso pelas mesmas estratégias que as fizeram ter sucesso no passado. Viraram pó suas vantagens antes consideradas inabaláveis: economia de escala, diferenciação de produtos, domínio de matérias-primas, controle de fornecedores, rede de distribuição, reservas financeiras vultosas. Foi-se também o tempo em que as empresas podiam competir com base na sustentação de vantagens que consideram "duradouras". A chave para o sucesso na nova ordem competitiva residirá na capacidade de as empresas convergirem no somatório das virtudes de ambos os fundos, o real e o virtual.
1 - Fase da convergência cosmética
Várias empresas já começaram o primeiro estágio dessa convergência. A Wolkswagen, por exemplo, adotou um sistema pioneiro de comércio eletrônico para processar suas compras. Desenvolvido no ABC paulista, seu sofisticado modelo conhecido como e-procurement será utilizado no mundo inteiro pela VW. Outra montadora, a General Motors, começou a vender Rio Grande do Sul. Já o portal de comércio eletrônico da construção civil, o estrutura.net, foi buscar na associação com Votorantim, Tigre, Pirelli Cabos e Belgo-Mineira a experiência necessária para oferecer melhores serviços a seus clientes. Também não foi por acaso que a Yahoo! trocou sua parceria estratégica com a simbólica Amazon.com pela tradicional Barnes & Nobles.
Porém, os atuais movimentos de convergência não são suficientes. As empresas precisam dar um passo adiante. A convergência de virtudes precisará transcender o simples uso de aparato tecnológico sofisticado, ou simplesmente a busca de experiência das empresas tradicionais como por exemplo acima. Trata-se ainda de convergência cosmética. A convergência terá de ser muito mais profunda, substantiva.
2 - As empresas ponto.com.conteúdo
As empresas virtuais vão ter de assimilar as virtudes da excelência operacional e do compromisso com resultado típicos das empresas, bem-sucedidas da "velha economia". E as empresas de concreto e tijolo que foram moldadas para a escala, para a duplicação e para a especialização vão ter de mudar e aprender a utilizar a flexibilidade, a multifuncionalidade e a agilidade que caracterizam as empresas ponto-com nos seus momentos dourados. Não teremos mais essa divisão entre empresas reais e virtuais. Todas terão de ser empresas ponto-com.conteúdo, ou, se soar melhor, serão empresas conteúdo.ponto-com. Nesse contexto é que Jack Welch ordenou aos seus executivos que reinventassem a GE em seus diferentes negócios.
As empresas convergentes precisarão desenvolver estratégias de terceira geração, inovadoras e sofisticadas, capazes de torná-las mais eficazes nesse cenário de hipercompetitividade. Estratégias que integrem o cliente na empresa, que agreguem valor para toda a cadeia produtiva e não apenas para os acionistas, que vendam um modelo de negócios e não apenas um produto ou serviço. Essas empresas precisam de estratégias dinâmicas que lhes permitam atuar mais como num cenário de guerrilha que no de uma guerra convencional - criando vantagens temporárias, destruindo-as, movendo-se para outra vantagem, e assim sucessivamente.
Mas essa pretensão esbarra nas atuais estruturas de segunda geração, ainda funcionais e burocratizadas, que, como uma camisa-de-força, impedem a implementação de estratégias dinâmicas. Por isso, essas empresas precisam descentralizar seu processo decisório e criar verdadeiras fábricas de líderes em todos os níveis capazes de permitir que a criatividade e a inovação sejam, de fato, a matéria-prima de seus negócios. Mais grave é que terão de mudar sua cultura de primeira geração, ainda predominante na maioria das empresas - ilustrada por velhos ditos populares tais como "o olho do dono é o que engorda o gado", "você é pago para fazer e não para pensar" e o célebre "manda quem pode, obedece quem tem juízo". Essa cultura reflete um modelo mental que impede a necessária convergência para um posicionamento mais eficaz.
Os vencedores nessa nova ordem competitiva serão os que conseguirem implementar - não apenas conceber - estratégias dinâmicas que permitam:
°
fidelizar clientes, cada vez mais tentados a experimentar outras opções de produtos e serviços;
°
atrair e reter talentos, cada vez mais ariscos e mais compromissados consigo próprios e com suas carreiras do que com os destinos de uma empresa específica;
°
enfrentar concorrentes cada vez mais agressivos e imprevisíveis, cujos únicos movimentos que podem ser antecipados é que primeiro avançarão sobre seus clientes e em seguida sobre seus melhores talentos.
O "inimigo", que antes era mais facilmente identificável, agora surge de onde menos se espera. Os competidores de uma empresa não são mais apenas os tradicionais concorrentes, que fabricam produtos similares ou prestam os mesmos serviços. Passaram a ser também empresas de outros negócios que precisam das competências críticas das quais sua empresa dispõe. Por exemplo, a Fedex já sentiu na pele que seus maiores rivais não são apenas a DHL nem o SkyNet. São também as empresas de varejo e de bens de consumo que precisam dos seus talentos naquela que é sua maior competência - a logística de distribuição. Em um cenário de hipercompetitividade nos negócios, a convergência não pode ser apenas cosmética. Como bem ilustrou uma velha senhora fazendo uma analogia, um buldogue não ficará mais bonito apenas se passarmos baton em sua boca. Traduzindo: não basta criar um portal para achar que sua empresa estará mais bem posicionada para vencer nessa nova ordem competitiva.
19. Em inúmeras oportunidades, valemo-nos do esquema abaixo para auxiliar na definição da cobertura que várias siglas, representativas de soluções em sistemas de informação, tinham na abrangência de toda a cadeia de valor de uma organização ou negócio. Explique tal esquema.

20. Quando analisamos a gestão estratégica de TI enfatizamos a existência de três perspectivas de solução. Valemo-nos da figura abaixo para auxiliar na compreensão da importância de cada uma delas. Por que as três dimensões são importantes?

21. Qual a diferença entre Outsoursing e ASP?
22. A que se pode atribuir o diferente nível de crescimento histórico da produtividade entre os componentes da figura abaixo?

23. Utilizamos a figura abaixo para exemplificar a evolução das estruturas organizacionais que acabaram por gerar uma nova concepção na criação e gestão de sistemas de informação nas empresas. Com base na figura explique esta evolução e a solução de sistemas de informação que a suportou.

24. Apontamos os seguintes fatores como chaves para o sucesso dos ASPs:
· Rede de comunicação baseada em Internet
· Crescente aceitação da terceirização
· Necessidade de estabelecer negócios para médias empresas
· Rápido crescimento do e-business
· Fusões e aquisições em toda a economia
· Tendência à utilização de softwares sob medida
Escolha dois desses fatores-chave e os explique.

25. A que você atribui a diferença prevista no crescimento dos volumes de recursos canalizados par o B2C e o B2B?

26. No desenho três modelos de marketplace (marketspace). Explique-os.

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Última atualização: 06 de Junho de 2001